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25 de Junho de 2018 - 
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#AdotarÉamor foi o assunto mais comentado no Twitter no Dia da Adoção

A campanha digital do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) — #AdotarÉamor — foi o assunto mais comentado (Trending Topic) do Twitter em todo Brasil na manhã da última sexta-feira (25/5), Dia Nacional da Adoção, atrás apenas da crise provocada pela greve dos caminhoneiros. Durante cinco horas ininterruptas, mais de 111 milhões de pessoas, o equivalente a mais da metade da população brasileira, foram alcançadas por tuítes que tinham a hashtag #AdotarÉamor, que é a marca da campanha do CNJ nas redes sociais. Cerca de 1,9 mil tuítes foram publicados em favor da ação de estímulo à adoção até o fim da tarde do dia. Entre as figuras públicas que aderiram à mobilização estão as cantoras Daniela Mercury, que pulgou o Cadastro Nacional de Adoção (CNA) para possíveis interessados em adotar um(a) filho(a). A cantora é mãe de três filhas adotivas desde 2012. A atriz Leandra Leal publicou trecho de uma canção de J. Velloso e Roque Ferreira consagrada na voz de Maria Bethânia. A artista entrou no CNA e, em março deste ano, adotou a filha Júlia, após dois anos e oito meses de espera. Trecho da música ‘Foguete’:Tantas vezes eu soltei fogueteImaginando que você já vinha Ficava cá no meu canto calada Ouvindo a barulheira Que a saudade tinha A cantora Karol Conka lembrou o poder transformador de uma adoção. “Adotar é um gesto que muda histórias: de crianças, jovens e de toda a família”, escreveu a artista em seu perfil no microblogue. Outras figuras públicas também participaram da mobilização digital #AdotarÉAmor liderada pelo CNJ no Twitter: a cantora Elza Soares, o ator Lázaro Ramos, a chef de cozinha Bela Gil, o apresentador de TV Marcelo Tas, as atrizes Clarice Falcão, Juliana Paes e Maria Clara Spinelli, os atores Eriberto Leão e Marcos Pitombo e Bic Muller. Os Tribunais de Justiça de Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Ceará, Tocantins, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Rondônia, Amapá, Paraíba, Minas Gerais, São Paulo e Acre, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Defensoria Pública de Roraima e o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais aderiram à campanha no Twitter. Entre os demais protagonistas do ‘tuitaço’ destaca-se ainda a participação do Clube Atlético Mineiro, que preparou reportagens especiais e envolveu sua torcida na mobilização digital não apenas em 25 de maio, mas também nos dias que antecederam a data comemorativa dos 10 anos do Cadastro Nacional de Adoção. O CNA foi criado em 2008 pelo Conselho Nacional de Justiça e, por esse motivo, o tema da adoção é prioritário para o órgão. Segundo a editora de mídias sociais do CNJ, Fábia Galvão, a campanha #AdotarÉAmor cumpre um papel social. “Pelo segundo ano consecutivo, conseguimos sensibilizar milhões de pessoas para uma das causas mais urgentes da juventude brasileira. São mais de 8 mil crianças e adolescentes em busca de um lar. Promover a maior mobilização do país em favor da adoção significa colaborar de maneira efetiva para a transformação dessa realidade”, afirmou. Adoções Nos últimos anos, dobrou a quantidade de adoções realizadas pelo CNA, banco nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) operado pela Corregedoria Nacional de Justiça para viabilizar adoções conforme a lei. Em 2015, houve 955 adoções. No ano passado, foram registradas 2.001 adoções de crianças e adolescentes. Até o último dia 10 de maio, pelo menos 420 crianças e adolescentes foram adotados – o estado com maior número foi o Paraná, onde 125 novas famílias foram formadas. Atualmente, de acordo com dados do CNA, coordenado pela Corregedoria do CNJ, há 8.798 crianças aptas à adoção e 43.639 pessoas interessadas em adotar. No entanto, o número de disponíveis à adoção e o número de interessados em adotar não correspondem principalmente porque o perfil desejado pelos pretendentes não é compatível com aquele das crianças que estão à espera da adoção. A maior diferença é relacionada à idade: 86% dos pretendentes do cadastro só aceitam crianças até seis anos, enquanto 69% das crianças têm entre 7 e 17 anos de idade. Clique aqui para acessar os relatórios do Cadastro Nacional de Adoção. Histórias emocionantes Como foi a primeira vez em que seu filho te chamou de mãe? Pedimos para as mães por adoção mandarem depoimentos ao CNJ respondendo a esta pergunta. Na adoção, nem sempre este momento é imediato – construir um relacionamento espontâneo e profundo pode levar um tempo. Em comum, as histórias têm o amor incondicional entre as mães e os filhos. Abaixo, assista a alguns desses incríveis relatos: Manuel Carlos Montenegro Agência CNJ de Notícias
01/06/2018 (00:00)

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